Não dizia nada, mas o Sergio viu que eu estava cansada e me levou de volta ao apartamento. Disse para eu me deitar no quarto, tomar banho e ficar a vontade que ele voltaria mais tarde para sairmos. Eu achava que não estava com sono. Entrei na Internet, tomei banho, lavei a louça do almoço e deitei.
Acordei umas quatro horas depois, com o barulho do Sergio chegando. Ele foi para a sala, não ia me acordar. Decidimos sair para comer algo.
Coincidência ou não, ele me levou a um pub irlandês. A dona do bar, os garçons, todos conheciam o Sérgio. Ele me contou que como DJ já fez varias festas neste e em diversos outros pubs da cidade. Agora já não toca mais com tanta freqüência, pois pagam mal. No lugar, empresta e monta os equipamentos de som para as festas.
Acordei umas quatro horas depois, com o barulho do Sergio chegando. Ele foi para a sala, não ia me acordar. Decidimos sair para comer algo.
Coincidência ou não, ele me levou a um pub irlandês. A dona do bar, os garçons, todos conheciam o Sérgio. Ele me contou que como DJ já fez varias festas neste e em diversos outros pubs da cidade. Agora já não toca mais com tanta freqüência, pois pagam mal. No lugar, empresta e monta os equipamentos de som para as festas.
Quando ele me deixou sozinha na casa, tinha ido montar os equipamentos em uma discoteca. Saímos do pub e fomos à discoteca onde estavam seus equipamentos. Ali também todos o conheciam, entramos sem pegar fila e bebemos de graça.
Não ficamos muito. Eu ainda estava cansada e decidimos voltar ao apartamento.
No caminho de volta, começamos a conversar sobre Second Life. “Aqui na Itália estão todos naquela cazzata de Facebook. O povo daqui é muito atrasado!”, dizia ele. La no apartamento ele me mostrou seu Avatar, um personagem moreno, musculoso e cabeludo. Fomos ao Rio de Janeiro, a uma festa do pijama e viajamos de um lado a outro – tudo na second life.
Na vida real, capotei de sono e ele dormiu logo depois. Ainda estava me recuperando daquela viagem de trem.
Não ficamos muito. Eu ainda estava cansada e decidimos voltar ao apartamento.
No caminho de volta, começamos a conversar sobre Second Life. “Aqui na Itália estão todos naquela cazzata de Facebook. O povo daqui é muito atrasado!”, dizia ele. La no apartamento ele me mostrou seu Avatar, um personagem moreno, musculoso e cabeludo. Fomos ao Rio de Janeiro, a uma festa do pijama e viajamos de um lado a outro – tudo na second life.
Na vida real, capotei de sono e ele dormiu logo depois. Ainda estava me recuperando daquela viagem de trem.

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